sábado, 2 de junho de 2012

Desigualdade nas escolas


Instituições de ensino americana e africana , respectivamente

       A desigualdade está por todos os lados, inclusive nas escolas. E quando eu falo escolas, eu não me refere apenas à educação, mas a estrutura também.
    No Brasil , os colégios particulares são , de longe, mais avançados que os públicos. O que já era esperado. Mas, em países como , por exemplo os Estados Unidos e a Inglaterra, o ensino público é o mais recorrido , e é muito bem avaliado.
    Se formos comparar estruturalmente um escola pública dos Estados Unidos com uma do Brasil , vamos ver a notável diferença. Desde sua estrutura, alimentação e modo de ensino. E se compararmos uma escola pública brasileira com algumas unidades de ensino da África, o Brasil ganharia, principalmente em termos de  estrutura.
    Os lanches nas escolas públicas da Inglaterra, são alternados em uma espécia de self-service. Já nas Africas, não são todas as escolas que possuem refeitório. Se compararmos o refeitório inglês do brasileiro , com certeza veremos grande diferença.
     É constatado que há escolas públicas nos Estados Unidos que possuem estrutura e ensino melhores que escolas brasileiras particulares. Ser a potência da economia mundial não beneficiaria apenas os governantes, mas a população também.


Alimentação em escolas públicas brasileiras
Alimentação em escola dos Estados Unidos


Imagens retiradas do google

sexta-feira, 1 de junho de 2012

"Quem pode , pode. Quem não pode, se sacode."


A imagem acima , traz para a realidade aquele famoso ditado : " Quem pode, pode . Quem não pode, se sacode." 


     Como todos nós já cansamos de saber, em todo país há ricos e pobres. E obviamente, são os ricos que recebem o privilégio ,enquanto grande parte da população carente, é esquecida. O pior de tudo , é que o dinheiro está localizado nas mãos de um pequeno grupo de pessoas ( isso é o que acontece com Brasil ), e são essas pessoas que irão dar rumo ao país , enquanto os mais pobres, esperam as decisões que serão tomadas , ficando na margem da sociedade.
     Porém ,quem tem ideais à buscar, e tem um meio de buscá-los , corre atrás . Essas "correrias" atrás dos desejos , são os protestos que nós vemos acontecendo muitas vezes .Sejam eles virtuais ou não. Os protestos são necessários para mostrarmos que ainda podemos nos manifestar, que ainda temos opinião e que nós ainda que decidimos quem vai governar nosso país.
       Esses protestos é a única forma de manifestação daqueles que não possuem o dinheiro concentrado em suas mãos. São essas , as tais " sacudidas" que nós damos para tentar modificar ou criar algo. Enquanto os mais afortunados e poderosos , para conseguirem o que querem, bastam apenas mexer o dedo ( pelo menos na maioria das vezes ) , os que não possuem esse tipo de poder, precisam mexer o corpo todo e suar muito para chega ao seu objetivo final.
       Quem pode comprar uma roupa de marca , pode. Quem não pode, vai de loja em loja procurando as roupas mais baratas. Quem pode viajar todo final de semana, pode. Quem não pode, fica em casa para assistir Domingão do Faustão. Quem pode ditar as regras de uma sociedade hipócrita, pode. Quem não pode, se sacode.


Texto baseado na imagem acima , retirada do google.

Reflita.

Qualificação Profissional

                 Gráfico mostrando o acesso a cursos de qualificação, 2008.


   Quem não sonha com um bom emprego e um salário ? A resposta é simples ; todos nós. Porém , esse emprego sair dos sonhos e ocupar um espaço na realidade, é necessário que o indivíduo tenha recebido o devido preparo profissional para ocupar tal cargo.
    Antes de ingressar em uma bom curso , é necessário que o indivíduo tenha recebido uma boa educação e base para entrar em , por exemplo , uma faculdade pública ( como exemplo temos a UFPE ,uma das faculdades mais concorridas de Pernambuco e mais complicadas de se ingressar) .E onde entra a desigualdade social? O meio em que essa pessoa viverá vai afetar muito o seu futuro. Temos como exemplo um garoto de família rica, de bairro nobre de São Paulo , que possui uma família que está disposta há oferecer ao seu filho uma boa educação. E uma garoto de um família mais pobre, das favelas do Rio de Janeiro, onde a família não tem estrutura para lhe oferecer educação de qualidade. Qual garoto há mais chances de no futuro , ter um emprego melhor , bem remunerado? Todos nós temos a resposta. O garoto rico tem muito mais chances de ter uma qualificação profissional melhor , e , como consequência , um bom emprego que lhe garantirá muito mais que a sua sobrevivência, mas também um bom carro na garagem.
         Uma boa qualificação profissional nasce da educação nas escolas. Tudo é um preparatório para um futuro. Mas como aquele garoto da favela alcançará essa qualificação e preparação para o mercado de trabalho? Atualmente, o governo brasileiro tem trabalho muito para garantir aos jovens mais pobres um futuro no mercado de trabalho. Mas nós sabemos que todo o esforço é pouco. E o que vai garantir o futuro da nação é a educação.

        O site "Jovem Geração" , no dia 23 de abril , deste ano ,  publicou uma postagem que dizia que o governo estava trabalhando em um novo projeto para qualificação profissional voltado para o segmento de arte. Confira nesse link : http://www.juventude.ba.gov.br/?p=5131 


Foto retirada do site : http://www.google.com.br/imgres?um=1&hl=pt-BR&sa=X&biw=1366&bih=624&tbm=isch&tbnid=W7BiIZC0M_Sb0M:&imgrefurl=http://www.boletim-fundap.cebrap.org.br/n1/%3Fsubject%3Dpesquisa&docid=VqrpE79JWRBY4M&imgurl=http://www.boletim-fundap.cebrap.org.br/n1/img/ed1/pesquisa/area-de-trabalho_clip_image004.jpg&w=579&h=369&ei=yZHJT7qTPJDDgAfepq3YBg&zoom=1&iact=hc&vpx=300&vpy=313&dur=2723&hovh=179&hovw=281&tx=133&ty=79&sig=108445466679614560848&page=1&tbnh=114&tbnw=179&start=0&ndsp=18&ved=1t:429,r:7,s:0,i:83

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A visão dos americanos do Brasil

     Todos nós sabemos que os Estados Unidos corresponde atualmente à maior potência mundial , em todos os sentidos da palavra. A seguir , uma reportagem retirada da televisão americana ( legendado em português), sobre a imagem os americanos têm do Brasil. Nesse vídeo , é comentado sobre diversos problemas sociais até hoje enfrentados pelos brasileiros . Porém , esse vídeo também fala dos pontos positivos do país.

Jornal Nacional completa 35 em 2004 e faz uma reportagem sobre a DESIGUALDADE SOCIAL no Brasil.



Fonte : Vídeo no youtube 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

A rede de saúde pública brasileira - Parte 2

Retirados imagem do site : http://noticias.r7.com/brasil/noticias/gasto-com-saude-publica-no-brasil-e-metade-do-usado-nos-paises-que-tem-esses-servicos-de-graca-20110921.html
mostrando o desempenho do Brasil na saúde pública .






A rede de saúde pública brasileira

    A saúde é as coisas que mais almejamos na vida. Para  podermos prosseguir bem , precisamos dela. Mas, parece que no Brasil , a saúde é um bem apenas dos mais afortunados , que podem pagar um bom plano de saúde  e dispensar a rede de saúde pública,  que no Brasil , chamamos de SUS . É claro que os avanços existem , mas ainda há muito há melhorar. Se compararmos a saúde pública do Brasil à saúde pública de países como Alemanha , vemos que a diferença é grande e ainda há um longo caminho pare chegarmos à ocupação que tem esse e outros países.
   Segundo pesquisas divulgadas pelo site R7 , o Brasil gasta com saúde pública metade do que investem países como Alemanha e Canadá. O Brasil  injeta 3,6% do PIB no setor , enquanto grande parte dos países europeus usam ao menos 6%.


A criação do SUS (Sistema Único de Saúde), em 1988, e o crescimento econômico não foram suficientes para ampliar os recursos da saúde no Brasil ao longo dos anos, segundo os especialistas consultados pelo R7. Os atuais gastos com a saúde pública no país ficam muito abaixo do que é investido por nações que também oferecem saúde gratuita, como Reino Unido, Alemanha, Canadá e Espanha.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil gastou 3,6% do PIB (Produto Interno Bruto, ou a soma de todas as riquezas do país) com a saúde pública, em dados de 2008 – último balanço oficial contando Estados e municípios. O valor equivale a quase R$ 109 bilhões. De acordo com dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), 56% do que é investido em saúde no Brasil vem de recursos públicos.
Já os países citados investem ao menos 6% de seu PIB no setor público de saúde. Com isso, 60% a 70% do que é gasto com saúde é responsabilidade dos governos, segundo relatório da Opas (Organização Pan Americana de Saúde).
Perfil de gastos mudou pouco em anos
Segundo Aquilas Mendes, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), isso mostra que o Brasil, mesmo tendo mudado seu perfil econômico, ainda está longe de ter o status de desenvolvimento no setor da saúde.
- O Brasil gasta muito pouco com saúde pública. Em 2010, gastou 4% do PIB, uns R$ 127 bilhões. Nós teríamos que chegar a gastar mais 2% [do PIB] para nos igualarmos a esses países. Pelo menos tínhamos que investir mais R$ 83 bilhões.
Somando o setor privado (planos de saúde e gastos particulares), o total dos gastos com saúde no Brasil chega a 8,4% do PIB. No entanto, isso representa metade do índice investido pelos Estados Unidos (16%) e ainda abaixo da média dos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) – que aplicam 9% de suas riquezas na área.
Para Marcos Bosi Ferraz, professor do departamento de medicina da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e presidente da CPES (Centro Paulista de Economia da Saúde), o gasto brasileiro mostra uma defasagem de décadas, por não ter sido muito alterado ao longo dos anos.
- Quando a gente compara o que esses países investem com o que a gente investe aqui, nós temos uma defasagem de 30 anos, relativamente. E quando a gente compara por números absolutos, em PIB per capita, aí nem se compara. Talvez nós estejamos com uma defasagem de 50 anos, e queremos ter tudo o que eles têm na área da saúde.
A desigualdade fica ainda mais gritante quando indicadores de saúde são comparados entre esses países, segundo Ferraz.
- Quando a gente olha indicadores de saúde, como mortalidade infantil, expectativa de vida ao nascer e mortalidade materna, por exemplo, os nossos indicadores de saúde são parecidos aos indicadores que esses países tinham na década de 60. O que mostra um pouco o nosso desafio, a carga de problemas aqui ainda é muito grande. 
Por que faltam investimentos?
Para Lígia Bahia, diretora da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva) e professora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), os poucos recursos são resultados da falta de clareza no que deve ser investido no setor.
- É importantíssimo ter recursos para a saúde. A maioria dos países já considera isso há muito tempo. Por isso que, na maioria, mais de 70% do gasto é público, não privado. Na Inglaterra e na França é mais de 80%. No Brasil isso não está claro para os governantes. Como se a gente pudesse ser um país de primeiro mundo sem saúde. 
Para a diretora da Abrasco, não é a falta de dinheiro em si que causa essa desvantagem, mas a dificuldade de elencar prioridades nos gastos.
- Não estamos falando de dinheiro, mas de saúde. Quais são os indicadores de saúde que a gente quer alcançar? A gente é a oitava economia do mundo e a 78ª em mortalidade infantil.
Mendes faz coro à falta de prioridade em investimentos e atribui essa realidade à falta de prioridade política. Segundo ele, enquanto os gastos do governo com os juros da dívida pública custaram R$ 185 bilhões, os do Ministério da Saúde foram de R$ 65 bilhões no último ano.
- Isso tem a ver com a lógica de política econômica adotada desde a implantação do SUS em 1988. Desde lá a política econômica não foi alterada e ela não prioriza gasto social. É uma política de alta taxa de juros, de superávit, que leva ao corte de políticas sociais. A prioridade é sobretudo buscar a redução da inflação e do pagamento de juros da dívida.

Notícia retirada do site :  http://noticias.r7.com/brasil/noticias/gasto-com-saude-publica-no-brasil-e-metade-do-usado-nos-paises-que-tem-esses-servicos-de-graca-20110921.html

Brasil; Um país de todos?

 
    Ao longo desta série de postagens sobre as diversas regiões do Brasil , pudemos analisar e estudar um pouco mais sobre cada local e ver a notável diferença econômica e social de cada local. Cada região , cada estado , cidade , possui características próprias que vão muito além da diferenças culturais . 
    Enquanto regiões feito Sul e Sudeste possuem grande quantidade de industrialização , regiões como Norte e Nordeste, têm uma grande diminuição de indústrias. Enquanto as demais regiões vêm crescendo economicamente, a Centro-Oeste fica "abandonada". Enquanto Sudeste recebe um grande nível de poluição de todos os tipos , o Norte é a menos afetada , em relação à poluição.
   O importe é que por mais que as diferenças existam ( tanto culturais , como econômicas e sociais) , cada local tem sua função no país , sua função na economia nacional , e consequentemente, global. A menor criação de gado até a maior indústria nacional de eletroeletrônico , todas elas , possui significante relevância.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Brasil; Um país de todos? - Região Centro-Oeste

A desigualdade social diminuiu em 2010 passado no Brasil, mostram dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). O destaque negativo no indicador ficou com a região Centro-Oeste, única onde não houve redução. No Centro-Oeste, ainda convivem pessoas muito ricas e pessoas muito pobres, bem como regiões muito ricas e verdadeiros "corredores da miséria"


Os pesquisadores verificaram que maiores Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), proporção de pessoas vivendo em domicílios com banheiro e água encanada, despesa total com saúde por habitante e número de médicos por mil habitantes estavam associados a mortalidade infantil por causas evitáveis menos constante. Estes também eram menores nos municípios do Sul e Sudeste, se comparados aos do Centro-Oeste, evidenciando uma desigualdade geográfica.

ECONOMIA

A Região Centro-Oeste apresenta população urbana relativamente numerosa. No meio rural, entretanto, predominam desidades demográficas muito baixas, o que indica que a pecu extensiva é a atividade mais importante. A agricultura comercial, por sua vez, vem ganhando grande destaque nos últimos anos e já supera o extrativismo mineral e vegetal. As  atividades industriais, entretanto são ainda pouco expressivas.





PECUÁRIA
Possuindo em média mais de quatro cabeças de gado para cada habitante, o Centro-Oeste dispõe de um enorme rebanho, destacando-se o gado bovino, criado geralmente solto, o que caracteriza a pecuária extensiva. Esse tipo de criação dificulta o aproveitamento do leite e, assim, praticamente todo o rebanho é destinado ao corte e absorvido pelo mercado consumidor paulista e pelos frigoríficos do oeste do estado de São Paulo. Apenas no sul da região é que a pecuária leiteira apresenta maior expressão.
A vegetação do cerrado não é de boa qualidade para a alimentação animal e por isso os rebanhos têm baixo rendimento, produzindo pouca carne. Para contornar esse problema, recorre-se às chamadas invernadas, fazenda de engorda onde o gado passa um período para ganhar peso, muitas vezes com pastagens artificiais.
ESTRATIVISMO
Estrativismo mineral
As riquezas minerais do Centro-Oeste são ainda mal conhecidas, mas mesmo assim a região se projeta como possuidora de excelentes reservas de ferro, manganês, níquel, cristal de rocha, ouro e diamante. Embora abundantes, essas reservas são de baixa qualidade. Destinam-se ao abastecimento da usina siderúrgica Sobrás, em Corumbá, e o excedente é exportado para os Estados Unidos, Argentina e Uruguai.
Estrativismo vegetal
O extrativismo vegetal é uma atividade econômica importante sobretudo em áreas mais distantes dos grandes centros. Da Floresta Amazônica, extrai-se borracha e madeiras de lei, como mogno, cedro, imbuia e outras. No sudoeste de Mato Grosso extraem o angico e a poaia, cujas raízes fornecem matéria-prima para a indústria farmacêutica; no Pantanal, a espécie de maior aproveitamento é o quebracho, do qual se extrai o tanino, utilizado no curtimento do couro; e no sul de Mato Grosso do Sul alternam-se o extrativismo vegetal e plantações de erva-mate.
Estrativismo animal
O extrativismo animal, representado pela caça, não possui expressão comercial regular e oficializada. Entretanto, praticam-se intensamente as atividades extrativas ilegais. Entre os animais mais dizimados estão: a garças, caçadas por causa de suas penas; as lontras e ariranhas, devido à grande procura de suas peles no exterior; e os jacarés, cuja pele é utilizada na fabricação de cintos, bolsas, calçados etc.
AGRICULTURA

A prosperidade agrícola no Centro-Oeste, que se refletiu na renda e no
aumento discreto do emprego, no entanto não tem contribuído para aliviar os altos índices de desigualdade entre as pessoas ocupadas na agropecuária.
Estudo para o Centro-Oeste em 1980 ressaltava, em 1992, que “todos os resultados indicam que o processo de modernização, ao instaurar-se no Centro-Oeste,trouxe sérias consequências quanto à desigualdade de renda”.
Fica evidente que a modernização da agricultura goiana constitui-se em importante instrumento de crescimento econômico. Não foi capaz, contudo, de eliminar a pobreza rural e também não promoveu um equivalente crescimento, ao contrário, aumentou as desigualdades.
Resultados localizados e específicos, comentado acima, apenas reforçam a possibilidade de que a expansão do agronegócio esteja contribuindo para uma piora da desigualdade da distribuição dos rendimentos na região, aumentando a renda de grupos de pessoas ocupadas nas atividades em expansão, como a soja, enquanto que as atividades tradicionais não ofereceriam as mesmas possibilidades de aumento de rendimentos.


Brasil; um país de todos? - Região Sul.

           Mesmo a região apresentando um dos melhores índices de qualidade de vida do país, um dos maiores problemas da Região Sul é o mesmo que encontramos nas outras regiões do país: a acentuada desigualdade na distribuição de renda, uns com muito, outros com muito pouco.  Na região sul, essa desigualdade não é tão intensa, como no sudeste ou nordeste, mas há favelas nos grandes centros urbanos, em algumas áreas, há altos índices de analfabetismo. 
          Além desses problemas sociais, a região sul enfrenta outros problemas. Por mais que o clima dessa região seja bom na maioria do ano, as geadas que ocorrem lá podem destruir as plantações, causando prejuízo aos agricultores. Além disso, as chuvas intensas podem provocar acidentes desastrosos.

Economia:
             A existência de muitas áreas de pastagens naturais favoreceu o desenvolvimento da pecuária extensiva de corte na região sul. A criação é extensiva, o que explica uma população rural muito pouco numerosa na região. Destaca-se a plantação de batata, trigo e arroz.


Pecuária: 
          No Paraná, possui muito destaque a criação de suínos, atividade que essa cidade faz de melhor no Brasil, segundo o Rio Grande do Sul. Os campos do sul possuem pastagem natural para a criação de bovinos, principalmente na campanha gaúcha ou pampa, no Rio Grande do Sul.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Sul_do_Brasil

terça-feira, 15 de maio de 2012

Brasil; Um país de todos? - Região sudeste

      O crescimento desordenado das cidades e riquezas mal distribuídas gerou, nos últimos anos, como desemprego, poluição, trânsito, falta de moradia, violência urbana e desigualdade social entre os municípios da região sudeste. 
     Lá se junta muita gente com o sonho de ganhar dinheiro para sustentar sua família, mas nem todos conseguem, e assim essa região ganha muitas favelas, a necessidade de ganhar dinheiro aumenta o perigo nas ruas, os assaltos.
     
Economia

Como pode ver no gráfico abaixo, em São Paulo há o melhor PIB (gráfico de 2007), e, em segundo lugar, vem o Rio de Janeiro. Ambos os municípios são da região sudeste.


       Mesmo com muita desigualdade social, a região sudeste é a região do país com mais escolas, melhor atendimento médico-hospitalar, e melhores condições para a pesquisa tecnológica.

         Além de ter a agricultura mais desenvolvida do país, o sudeste tem também 70%  da transformação industrial do país. Com um parque industrial concentrado nas três mais populosas cidades do país - São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte - A industrialização dessa parte do Brasil se assemelha em alguns aspectos, à países desenvolvidos do hemisfério norte.

             Agricultura

          A Região sudeste é a mais importante região econômica do Brasil. A agricultura é praticada em todos os estados da região. Os principais produtos agrícolas  cultivados são: cana-de-açúcarcaféalgodãomilhomandiocaarrozfeijão e frutas. A pecuária também é praticada em todos os estados da região. O maior rebanho é o de bovinos e o estado de Minas Gerais é o principal criador. Equinos e suínos também são encontrados. Na região Sudeste, pratica-se o extrativismo mineral. Os principais minérios explorados são ferromanganêsouro e pedras preciosas. As maiores jazidas são encontradas no estado de Minas Gerais.

Pecuária

        A pecuária também tem grande destaque na região, sendo o seu rebanho bovino o segundo maior do país. A grande produção de carne bovina (pecuária de corte) e suína permite a instalação e o desenvolvimento de frigoríficos e indústrias de laticínios (pecuária leiteira). A criação de aves (avicultura) e a produção de ovos são as maiores do país (aproximadamente 40% do total nacional), concentrando-se no estado de São Paulo.


Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Sudeste_do_Brasil

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Desigualdade social internacional.

       Existe muita desigualdade social no mundo. Vou dar um exemplo rápido e prático: A Amazônia, que originalmente pertence ao Brasil, região norte, não é vista pelos Estados Unidos como se fosse do Brasil, eles dizem que é um patrimônio mundial; mas o Grand Canyon, localizado nos Estados Unidos, não é um patrimônio mundial, é dos Estados Unidos mesmo. Lá, não se fazem livros de geografia com a Amazônia no território brasileiro. Veja o vídeo acima, então você verá um comercial americano que diz que a Amazônia não pertence ao Brasil:


Postagem baseada no vídeo do youtube.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Brasil; Um país de todos? - Região Norte



A região norte é uma das regiões mais pobres do Brasil . Ela é a mais extensa e possui 7 estados ( Acre, Amapá , Amazonas, Pará , Rondônia , Roraima e Tocantins) cada uma com características diferente ( mas com traços em comum , é claro ) . Ela também é uma região muito rica da herança indígena. É onde tem a maior concentração de índios no Brasil.


A população que habita da região Norte do Brasil é bastante variada. A região Norte recebeu muitas migrações das regiões Sul , Sudeste e Nordeste. A economia dessa região baseia-se basicamente em atividades industriais , extrativismo mineral e vegetal , inclusive de petróleo e gás natural , agricultura e pecuária , além das atividades turísticas. Em 2007, o PIB dessa região representava 5,05% do restante do país. A contribuição de cada estado para o valor de 5,05% no PIB , está na tabela a seguir.
Participação dos estados no PIB nacional(IBGE/2007)
EstadosPIB (em R$ 1 000)% do PIB nacional
Pará49.507.0001,86
Amazonas42.023.0001,60
Rondônia15.003.0000,56
Tocantins11.094.0000,42
Amapá6.022.0000,23
Acre5.761.0000,22
Roraima4.169.0000,16

Em relação à agricultura, têm crescido muito as plantações de soja. Além da soja, outras culturas muito comuns na região são o arroz, o guaraná, a mandioca, cacau, cupuaçu, coco e o maracujá. A agricultura comercial concentra-se nos seguintes pólos:


-A área de várzeas no médio e baixo Amazonas , onde o cultivo da juta possui grande destaque;
-A região Bragantina , próxima a Belém , onde se pratica a policultura, que abastece a grande capital nortista , e a fruticultura. A pimenta-do-reino , cujo cultivo se iniciou com a chegada dos imigrantes japoneses, é outro importante produto da região.


Rondônia , que a partir de 1970 atraiu agricultores do centro-sul do país , estimulados pelos projetos de colonização e reforma agrária do governo federal e da disponibilidade de terras férteis e baratas. O desenvolvimento das atividades agrícolas trouxe uma série de problemas ambientais e conflitos fundiários . Por outros lado , transformou a área em uma das principais fronteiras agrícolas do país e uma das regiões mais prósperas e produtivas do Norte brasileiro.


Pecuária
A paisagem predominante na região Norte — a grande Floresta Amazônica — não é propícia à criação de gado. Apesar disso, a implantação de projetos agropecuários vem estimulando essa atividade ao longo das rodovias Belém-Brasília e Brasília-Acre, principalmente devido à facilidade de contato com os mercados do Sudeste e Centro-Oeste. A pecuária praticada é do tipo extensivo e voltada quase que exclusivamente para a criação de bovinos.


Extrativismo
Extrativismo Vegetal
Essa atividade, que já foi a mais expressiva da Região Norte, perdeu importância econômica nos últimos anos. Atualmente a madeira é o principal produto extrativo da região, a produção se concentra nos estados do Pará, Amazonas e Rondônia. A borracha já não representa a base econômica da região, como foi no século XX, apesar de ainda estar sendo produzida no estados: Amazonas, Acre e Rondônia. Como consequência do avanço das áreas destinadas a agropecuária, tem ocorrido uma grande redução das áreas dos seringais.


Extrativismo animal
O extrativismo animal, representado pela caça e pesca, também é praticado na região. Possuindo uma fauna extremamente rica, a Amazônia oferece grande variedade de peixes — destacando-se o tucunaré, o tambaqui e o pirarucu —, bem como tartarugas e um sem-número de outras espécies. O produto dessa atividade, geralmente, vem completar a alimentação do habitante do Norte, juntando-se em sua mesa ao arroz, à abóbora, ao feijão, ao milho, à banana etc.


Extrativismo mineral
O extrativismo mineral baseia-se na prospecção e extração de minerais metálicos, como ouro, na serra pelada, diamantes, alumínio, estanho, ferro em grande escala na serra dos Carajás, estado do Pará e manganês e níquel, noroeste do Pará, encontra-se a mineração Rio do Norte (bauxita), na serra do Navio, estado do Amapá; e extração de minerais fósseis, como o petróleo e o gás natural do campo de Urucu, no estado do Amazonas, no município de Coari, o que o tornam o terceiro maior produtor de petróleo do Brasil. Não há uma verdadeira economia industrial na Amazônia. Existem, isto sim, algumas poucas indústrias isoladas, geralmente de beneficiamento de produtos agrícolas ou do extrativismo. A maior parte dos rios da Região Norte são de planície, embora haja muitos outros que oferecem grande possibilidade de aproveitamento hidrelétrico. Atualmente, além da gigantesca Tucuruí, das usinas do rio Araguari (Amapá), de Santarém (Pará) e de Balbina, construída para suprir Manaus, o Norte conta com hidrelétricas em operação nos rios Xingu (São Félix), Curuá-Una, Jatapu e Araguari (Coaracy Nunes), existindo ainda várias usinas hidrelétricas e térmicas em projeto e construção.Zona Franca de Mana
O Teatro Amazonas no centro de Manaus.


Zona Franca
Quando a Zona Franca foi ampliada, em 1967, por um decreto do então presidente Castelo Branco, o objetivo era atrair para a Amazônia indústrias que baixassem o custo de vida e trouxessem o progresso para a região. Pensava-se em implantar uma espécie de "porto livre", em que as importações fossem permitidas. Nas vitrines da Zona Franca de Manaus, os numerosos turistas do Sul do país encontravam o que havia de mais moderno nas nações industrializadas em matéria de televisores, câmeras ,rádio, enfim, todos os objetos de consumo ambicionados pela classe média. Manaus parecia ter encontrado um substituto para a borracha que, no século XIX, a tornara uma das cinco cidades mais ricas do mundo. Entretanto, durante a década de 1980, a livre importação foi restringida pelo governo, mais interessado em proteger a indústria nacional. Assim, grande parte dos atrativos da Zona Franca desapareceram, fato que se somava à grande distância de Manaus dos grandes centros consumidores do centro-sul do país.Porém o saldo é positivo. Se, por um lado, houve um decréscimo na atividade comercial e a infra-estrutura turística montada na época da opulência (hotéis e transportes) teve que procurar alternativas de utilização, por outro, a Zona Franca cumpriu o seu papel — existe hoje o Polo Industrial de Manaus (PIM), o Polo Agropecuário e o Polo de Biotecnologia, que se revelam promissores para a economia local








Especiaria apreciada desde tempos remotos, a pimenta-do-reino foi introduzida com sucesso pelos imigrantes japoneses na Região Norte. Atualmente o estado destaca-se na produção de soja , arroz , mandioca , cacau e até mesmo uva.



Fotos e textos retirados de : http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Norte_do_Brasil


Brasil; Um país de todos? - Região Nordeste





Um das regiões mais carentes do Brasil é o Nordeste. É a região que possui o menor IDH do Brasil , com a economia baixa. São 9 estados ( Alagoas, Bahia , Ceará, Maranhão , Paraíba , Piauí , Pernambuco , Rio Grande do Norte e Sergipe) cada com uma cultura diversificada ( com traços em comum , é claro ) e com suas diferenças sociais.


A região Nordeste do Brasil mantém problemas históricos : agricultura atrasada e pouco diversificada, grandes latifundiários, concentração de renda e uma indústria pouco diversificada e de baixa produtividade; além do fenômeno natural de secas constantes no interior. As distintas características entre o nordeste e outras regiões do país, além de acentuar as desigualdades regionais, formaram um cenário propício à migração nordestina, em especial às áreas urbana, em busca de melhores condições de vida.
No entanto, apesar de vir apresentando grande melhora nos últimos anos no que tange à qualidade de vida de sua população, tem ainda os mais baixos indicadores sócio-econômicos do país, tais como o IDH. Os baixos indicadores são mais graves nas áreas rurais no sertão nordestino( ao contrário do que muita gente pensa, o Nordeste tem sua parte moderna e urbanizada), que sofre longos períodos sem chuva; no entanto, seus indicadores são melhores que os de países como África do Sul (maior economia do continente africano), Bolívia e Guiana. 18,7% dos nordestinos eram analfabetos em 2009 segundo informação divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e, segundo o Ibope, 22% eram beneficiados pelo programa de transferência de renda Bolsa Família em 2010. A taxa de fecundidade do Nordeste era de 2,04 filhos por mulher em 2009, acima da média nacional (1,94 filho por mulher) .
 Ressalte-se que a taxa de natalidade nordestina está abaixo da taxa de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por mulher – duas crianças substituem os pais e a fração 0,1 é necessária para compensar os indivíduos que morrem antes de atingir a idade reprodutiva – e é semelhante às taxas de alguns países desenvolvidos, a exemplo dos Estados Unidos e da Islândia (ambos com taxa de 2,05 filhos por mulher).
A Região Nordeste é, atualmente, a terceira maior economia do Brasil entre as grandes regiões. Sua participação no Produto Interno Bruto brasileiro foi de 13,5% em 2009, após a Região Sul (16,5% de participação no PIB) e à frente da Região Centro-Oeste (9,6% de participação no PIB). Ainda assim, é a região com o mais baixo PIB per capita e maior nível de pobreza. A distribuição de renda nessa região melhorou significativamente na década de 2000: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, a renda média no Nordeste sofreu um aumento real (já descontada a inflação) de 28,8% entre 2004 e 2009, passando de R$ 570 para R$ 734. Entre 2008 e 2009, o incremento foi de 2,7%. Foi a região que apresentou o maior incremento no salário médio do trabalhador nesse período.
Em 2009 seu PIB nominal era de R$ 437,7 bilhões. As maiores economias da Região Nordeste são, respectivamente, Bahia, Pernambuco e Ceará, estados que concentram, juntos, 8,6% do PIB nacional. Já os estados nordestinos com maior PIB per capita são Sergipe, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte, seguidos por Ceará, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Piauí. São Francisco do Conde, na Bahia, é o município com maior PIB per capita do Brasil: R$ 360.815,83; porém há outras cidades nordestinas com PIB per capita entre os 100 maiores do país: Ipojuca-PE (R$ 93.791,75), Guamaré-RN (R$ 90.233,45), Rosário do Catete-SE (R$ 56.196,05), Camaçari-BA (R$ 51.837,56) e Cabedelo-PB (R$ 44.978,85). Em contrapartida, no Nordeste também está localizada a cidade com o menor PIB per capita do Brasil: São Vicente Ferrer, no Maranhão,
O Polo Petroquímico de Camaçari, no estado da Bahia, é o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul.
A capacidade energética instalada é de 10.761 MW.
A Região Nordeste aproveita desde o final da década de 2000 de um forte crescimento econômico. Mesmo durante a Crise econômica mundial de 2008-2009 , a Região apresentou aumento no PIB: enquanto o PIB do Brasil recuou 0,2% em 2009], o PIB de Pernambuco cresceu 3,8%; o PIB do Ceará, 3,1%; e o PIB da Bahia, 1,7%. Esse crescimento amenizou o impacto da maior crise do capitalismo dos últimos 80 anos na economia brasileira.
O Banco do Nordeste aumentou para 8,3% a projeção de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste em 2010. A previsão é de que o acréscimo seja superior ao do Brasil, cuja evolução deve ser de 7,5% em 2010.
O PIB de Pernambuco cresceu 15,78% em 2010, mais que o dobro da média nacional do mesmo ano, que ficou em 7,5%. O Complexo Industrial de Suape, responsável por esse crescimento, abriga empreendimentos como o Estaleiro Atlântico Sul, maior estaleiro do Hemisfério Sul. O petroleiro João Cândido (na foto) foi o primeiro navio lançado pela indústria naval pernambucana.
Mesmo que hoje , o Nordeste tenha crescido bastante, continua sendo , com a região norte, a mais carente do Brasil. Nos sertões , principalmente, se vê muita miséria. Nas capitais , há um certo luxo e uma forte urbanização.  A beleza do Nordeste é perceptível aos olhos de todos , as belas praias são grandes atrativos turísticos . As praias de Porto de Galinhas e Carneiros ( em Pernambuco) ,são avaliadas, muitas vezes, pelas praias mais belas do Brasil , chegando a ultrapassar as praias do Rio De Janeiro. Ainda há o Arquipélogo de Fernando de Noronha , outro grande atrativo turístimo.


Fonte das imagens : http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Sert%C3%A3o_nordestino.jpg  e http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Nordeste_do_BrasilFonte dos textos : http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Nordeste_do_Brasil

Brasil; Um país de todos ?

Como nosso foco é , em geral , no Brasil , foi decidido fazer uma série de postagens tratando de problemas diários no Brasil que refletem a carência do povo por soluções do governo. A desigualdade social no Brasil é muito acentuada, além disso , o Brasil , em geral , sofre grande "preconceito" por parte de outros países. Ele cresceu muito nos últimos anos , mais não cresceu o suficiente para ganhar uma "cadeira " fixa na economia mundial. O que falta para chegarmos a ocupar uma vaga dessas? Qual o próximo passo a dar? O que já fizemos? Qual os problemas que a população enfrenta todo dia ? Descubra nas próximas postagens da série " Brasil; Um país de todos ? "

IDH: Comparação do padrão de vida.




   Você já ouviu falar de "IDH" ? Provavelmente já , mas se nunca ouviu falar , não precisa ficar alarmado , pois muita gente não sabe o que é IDH. O IDH , seria índice de desenvolvimento humano . Cada região, local ou país possui um IDH , para avaliar  o padrão de vida das pessoas que moram em tal local. Esse estudo é baseado no PIB per capita  , expectativa de vida ao nascer e nível de escolaridade. Cada local possui uma pontuação de 0-1 , quanto mais perto de 1 , melhor.
   Em primeiro lugar está a Noruega, com  a pontuação de 0,934 , seguido da Austrália , com 0,926 e pelos Países Baixos , com 0,910 .  O Brasil ocupa o 81ª lugar, com uma pontuação de 0,718 . O pior IDH do mundo é em República Democrática do Congo , com 0,286.
    Com o IDH é bem notável a diferença de qualidade de vida entre as diversas localidades do globo. Enquanto nos Estado Unidos ( que ocupa a 4ª posição, com o IDH de 0,910 )  e na Noruega , a maioria das pessoas vivem bem , com um salário alto e com alto nível de escolaridade , há locais como Moçambique ( ocupa o 184ª , com o IDH de 0,322) , adultos e crianças morrem por causa de doenças com tratamento simples , como por exemplo , verme. 
    Claro que , como todos os locais , até mesmo os países com IDH mais elevado , tem seus problemas sociais ,mas a gravidade e frequência em que ocorrem esses problemas, são bem menores, e tendo como consequência , uma solução muito mais rápida , fácil e prática. Os países com IDH menor , além de muito desvalorizado por todas as nações , possuem problemas internos de extrema gravidade. A expectativa e qualidade de vida é muito baixa, igualmente ao nível de escolaridade e a renda por pessoa ( pib percapita ) . As soluções são muito mais demoradas e mais complicadas de serem realizadas.